Proclamação da República da China

Há exatos 65 anos, em 1º de outubro de 1494, Mao Tse-tung, líder do Partido Comunista Chinês, proclamava a República Popular da China e encerrava oficialmente a guerra civil entre comunistas e nacionalistas no país.

História
6 anos atrás
Proclamação da República da China

De acordo com o comunicado emitido pela rádio de Pequim, mais de 200.000 chineses se reuniram diante do antigo Palácio Imperial, em Pequim, para ouvir a cerimônia de pronunciamento do seu discurso.

Imediatamente após a fala do presidente do novo governo, também eleito presidente do Conselho Militar Revolucionário do Povo, a nova bandeira do país, vermelha, com cinco estrelas amarelas, foi hasteada e a “Marcha dos Voluntários”, o novo hino da China, executada.

Seguiu-se então um gigantesco desfile militar, com caças e aviões bombardeiros da aviação comunista sobrevoando a cidade. Ao anoitecer, a multidão acendeu milhares de tochas cobertas com um papel vermelho, comemorando com danças e canções a proclamação da república chinesa.

A proclamação da República Popular da China marcou o fim da Guerra Civil Chinesa entre nacionalistas, representados pelo movimento republicano Kuomintang, e comunistas, representados pelo Partido Comunista Chinês. Apesar de remontar ao início do século XX, o conflito entre as duas forças políticas do país se acirrou ao final da Segunda Guerra Mundial, período em que mantiveram uma difícil trégua com o objetivo de enfrentar um inimigo em comum: a invasão japonesa. Após anos de guerrilha, os comunistas expulsaram o Kuomintang para a ilha de Taiwan e criaram o novo governo na China, liderado por Mao Tse-tung, com sua filosofia política estadista que ficou refletida em seu livro de citações “O livro vermelho”.

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